Proposta

Eunício Oliveira afirma que seu compromisso é com os trabalhadores e apoia o fim da escala 6×1

O deputado federal Eunício Oliveira (MDB/CE) reafirmou publicamente seu apoio à extinção da jornada de trabalho na escala 6×1 (seis dias de trabalho por um de descanso) e sua substituição pelo modelo 5×2 (cinco dias de trabalho por dois de descanso). Em declarações recentes, o parlamentar rebatou críticas de opositores, classificando as acusações de que seria contrário à mudança como “política rasteira” e “má-fé”.
Para contextualizar sua trajetória na legislação trabalhista, Eunício relembrou sua atuação antes de ingressar na política partidária, quando presidia a Federação Nacional das Empresas de Transporte de Valores (Fenavist). Segundo o deputado, partiu dele, em conjunto com o então presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Distrito Federal — hoje deputado distrital Chico Vigilante —, a criação da escala 12×36 (12 horas de trabalho por 36 horas de descanso).

“Criamos a escala 12 por 36 para beneficiar os vigilantes de todo o Brasil. Sempre tive posições muito claras. Se eu fosse contra a mudança atual, eu me colocaria contra. Mas eu sou a favor da escala nova de 5 por 2”, declarou o parlamentar.

Eunício enfatizou que sua postura favorável aos trabalhadores não é recente e que seu histórico de votações e pronunciamentos ao longo de mais de 30 anos de vida pública corrobora sua fala. O deputado recomendou que os eleitores busquem em seus canais oficiais e ferramentas de pesquisa os registros de entrevistas anteriores que confirmam seu posicionamento.

A proposta defendida é a substituição da escala 6×1 pela escala 5×2.
O argumento principal seria o alinhamento histórico com os direitos trabalhistas, citando a consolidação da jornada 12×36 como exemplo de benefício a categorias de segurança e transporte de valores.

O parlamentar afirmou que tentativas de distorcer seu posicionamento são motivadas por disputas políticas locais e desinformação.
A discussão sobre a alteração das escalas de trabalho segue em debate no Congresso Nacional, dividindo opiniões entre setores produtivos, que alertam para o impacto econômico, e representantes dos trabalhadores, que defendem a melhoria na qualidade de vida e na saúde mental dos empregados.
A cobertura sobre a tramitação da PEC da escala 6×1 segue em andamento.

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