Desenvolvimento

PIB do Ceará cresce 1,93% no 1º trimestre de 2026 e supera média nacional

A economia cearense iniciou 2026 com um desempenho superior ao de importantes estados brasileiros e da própria média nacional. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), o Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará registrou um crescimento de 1,93% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2025.

O resultado coloca o Ceará à frente do Brasil, que apresentou alta de 1,8% no indicador, e supera estados de grande peso econômico, como Bahia, Minas Gerais e São Paulo. No acumulado dos últimos quatro trimestres, o crescimento cearense também se mantém em patamar superior ao nacional: 2,15% contra 2,0%.

Destaque por Setores

O avanço da economia estadual no período foi puxado, principalmente, pelo setor agropecuário. Confira o desempenho detalhado dos setores no Ceará durante o primeiro trimestre de 2026:

Enquanto a Agropecuária cearense apresentou um desempenho expressivo — mais de cinco vezes superior ao nacional —, o setor de Serviços manteve uma trajetória sólida de crescimento.

Otimismo e Desenvolvimento

O governador Elmano de Freitas celebrou os números em suas redes sociais, destacando que o resultado é fruto de uma gestão fiscal responsável. “Esse avanço significa mais oportunidades, geração de emprego, atração de investimentos e desenvolvimento para os cearenses. É o reflexo de um estado que mantém as contas em dia, investe e cria um ambiente favorável para crescer cada vez mais”, pontuou o gestor.

O otimismo também se reflete nas projeções para o restante do ano. O Ipece estima que o PIB do Ceará encerre 2026 com um crescimento de 2,70%, índice que, se confirmado, ficará significativamente acima da estimativa nacional, fixada atualmente em 1,96%.

Sobre a Metodologia

O cálculo do PIB trimestral é uma ferramenta fundamental para monitorar a tendência da economia no curto prazo. O Ceará integra o grupo de 12 estados brasileiros que realizam esse monitoramento, utilizando a mesma base de ponderação aplicada às Contas Regionais pelo IBGE.

O Ipece ressalta que os resultados apresentados são preliminares e servem como indicadores de tendência, estando sujeitos a futuras retificações quando as Contas Regionais definitivas forem consolidadas em parceria com o IBGE e as demais unidades da federação. O relatório completo está disponível para consulta no site oficial do instituto.

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